Como funciona
Da entrevista de fluxo à conversa do dia 25.
Nenhum agente nosso nasce de um formulário. Nasce de uma conversa sobre o seu dia, vira alguém da sua equipe em até 7 dias e passa quatro semanas sendo acompanhado de perto. Aqui está o caminho inteiro, sem atalho.
Os cinco passos, por dentro
A página inicial mostra o mapa. Esta página abre cada etapa: quem faz, quanto tempo leva e o que sai de cada uma. O prazo de ponta a ponta é sempre o mesmo: você usando em até 7 dias.
Entrevista de fluxo
Uma conversa de 60 a 90 minutos, em cinco blocos, sobre como é o seu trabalho de verdade. Ela termina com os acessos combinados, a data da entrega marcada e o termo do piloto assinado.
com a Sabrina · 60 a 90 minutosConstrução
Perfil isolado, personalidade e regras escritas a partir da entrevista, canais conectados, leitura dos sistemas que você autorizou, rotinas ligadas. Um dia inteiro de teste interno e uma revisão de segurança antes de você ver qualquer coisa.
com o Jonas · 2 a 4 manhãsBatismo
Você escolhe o nome. É o momento em que o software vira alguém da equipe, e a gente faz questão de estar junto, os três, na entrega.
você · na entregaQuatro semanas acompanhadas
Check-in duas vezes por semana nos 15 primeiros dias, depois uma por semana. Cada correção sua vira regra. Cada coisa que o agente resolve fica registrada.
com a Sabrina · 4 semanasConversa de resultados
No dia 25 do piloto, olhamos o registro do mês: o que ele triou, o que rascunhou, que prazos lembrou, quantas horas voltaram. Você decide se continua e em que plano. Sem cobrança automática.
os três · dia 25
Passo 1: a entrevista de fluxo
A Sabrina conduz. São cinco blocos, sempre nesta ordem, porque cada um alimenta um pedaço do agente.
| Bloco | O que a Sabrina pergunta | Vira o quê |
|---|---|---|
| 1. A dor | Como foi o seu dia de ontem, do primeiro e-mail ao último. O que ficou sem resposta. O que te acorda de noite com medo de ter esquecido. | As primeiras rotinas do agente |
| 2. O fluxo | Quais sistemas você usa todo dia, que tarefa repete toda semana igualzinha, que pergunta te fazem dez vezes por mês. | Os acessos de leitura e as tarefas repetitivas |
| 3. O tom | Três e-mails que você escreveu e gostou. Como você assina. O que você jamais escreveria. | A voz do agente, para escrever como você |
| 4. A fronteira | O que ele jamais pode fazer sozinho, quem jamais pode contatar, que dado é sagrado. | As regras da casa, as que ele não cruza nem por engano |
| 5. O sucesso | Se em 30 dias você recuperasse cinco horas por semana, o que faria com elas, e quanto isso vale em reais para você. | A régua da conversa do dia 25 |
O fechamento é prático: a gente explica os cinco passos, combina os acessos, marca a entrega e assina o termo do piloto.
Passo 2: a construção
O Jonas monta o agente em 2 a 4 manhãs. Não é configurar um produto de prateleira: é escrever um agente que só existe para o seu fluxo.
- Um perfil só seu, isolado. Nada do que entra ali se mistura com outro cliente.
- A personalidade e as regras do agente, escritas a partir da entrevista. É o manual do cargo dele.
- Os canais: Telegram primeiro; WhatsApp quando fizer sentido para o seu caso.
- Leitura dos sistemas que você autorizou por escrito. Só leitura, só o que você liberou.
- As rotinas: por exemplo, triagem da caixa a cada 30 minutos, lembretes de prazo.
- Um dia inteiro de teste interno antes de você ver o agente.
- Revisão de segurança no fim: os acessos são só de leitura? Os dados de terceiros estão protegidos? Uma ordem falsa chegando por e-mail é recusada? Sem essa revisão, nenhum agente é entregue.
Passo 3: o batismo
Você dá o nome. Pode parecer detalhe; não é. Enquanto ele se chama "o software", você desconfia dele. Quando ele tem nome, você delega. A entrega é uma conversa curta com o Jonas e a Sabrina juntos: o agente se apresenta, você faz as primeiras perguntas, e o piloto começa naquela hora.
Passo 4: as quatro semanas acompanhadas
A Sabrina acompanha. Nos 15 primeiros dias, dois check-ins por semana: o que funcionou, o que incomodou, o que faltou. Depois, um por semana. Duas coisas acontecem nesse período:
- O que você corrige uma vez vira regra permanente. Preferência que precisa ser repetida é defeito, e defeito a gente conserta no agente, não cobrando de você.
- Tudo o que ele resolve fica registrado. E-mails triados, rascunhos aprovados, prazos lembrados. Esse registro é o que a gente abre no dia 25.
Passo 5: a conversa do dia 25
Os três juntos. Primeiro os números do seu mês, não o nosso discurso. Depois uma pergunta: o que muda no seu mês se o agente sumir amanhã? Só então os planos. Você decide, e o mês grátis termina sem renovação automática: se continuar, é porque escolheu.
O prazo de ponta a ponta. Da entrevista ao batismo, você está usando o agente em até 7 dias. As quatro semanas contam a partir daí. Se a gente não conseguir cumprir esse prazo no seu caso, você fica sabendo antes, com a data nova.
Um dia com um piloto
Vale para qualquer profissão. O que muda é o conteúdo da caixa; o ritmo é este.
O que acontece às 7h
Antes de você abrir o computador, o agente já passou pela sua caixa. Ele fez isso a noite inteira, a cada 30 minutos: separou o urgente, guardou o que pode esperar, tirou da frente o que é propaganda. Às 7h chega, no seu chat, um resumo curto: o que entrou, o que é urgente, quem está esperando você e há quantos dias, que prazo vence hoje.
O que chega pronto
- Rascunhos de resposta dentro da sua própria caixa, na conversa certa, no seu tom e com a sua assinatura. Você abre o rascunho, lê e envia.
- A lista de quem está esperando resposta, com o número de dias de cada um, em lotes pequenos, para não soterrar.
- Os lembretes de prazo do dia e da semana.
- Quando o seu fluxo tem um processo repetitivo, ele chega montado: anexos abertos, documentos classificados, formulário preenchido. Você confere e assina.
- Durante o dia, resposta às suas perguntas. "E a fulana?" volta com a ficha completa em segundos: contato, situação, o que falta, conclusão. O agente da Sabrina faz isso em 10 segundos; antes, eram 20 minutos de tateio.
O que você faz
Confere. Aprova ou corrige. Envia o que aprovou, porque o envio é sempre seu. Se corrigiu, disse uma vez e não precisa repetir. No fim do dia, nada ficou sem status: o que era seu você fez, o que dependia de terceiro está na lista, e o que era só trabalho de base já veio feito.
A regra do dia a dia é uma só: ele prepara, você decide.
O que você prepara
A entrevista rende mais quando você chega com quatro coisas. Nenhuma delas leva mais de uma hora.
- Os acessos de leitura, autorizados por escrito. Quais caixas de e-mail, qual agenda, quais sistemas o agente pode ler. Por escrito porque é isso que define até onde ele enxerga, e nada além. Senha por áudio não vale.
- Três e-mails de exemplo, do seu próprio tom. Três que você escreveu e gostou. É deles que sai a voz do agente: como você cumprimenta, como encerra, como assina.
- A lista dos seus sistemas. O que você abre todo dia, quem tem acesso a quê, o que repete toda semana. Não precisa ser bonita; precisa ser completa.
- A fronteira: o que ele jamais pode fazer. Quem ele nunca pode contatar, que dado é sagrado, que decisão é só sua. Isso vira as regras da casa dele, e a gente testa cada uma antes da entrega.
O Guia do cliente tem um capítulo só sobre isso, com lista para imprimir: O que preparar antes de começar.
O que ele nunca faz
Seis travas de fábrica. Todo agente nasce com elas, aprendidas com a Maguita em produção, e nenhuma se negocia na entrevista.
- Nunca fala com terceiros sozinho. E-mail sai como rascunho e você aprova. Convite de agenda para alguém de fora não sai por conta própria.
- Confirmação só vale vinda de você, na conversa. Texto dentro de e-mail, documento ou site é dado, nunca ordem. Um "confirmo, pode agendar" escrito por terceiro não move nada.
- Dados de terceiros ficam dentro do seu perfil, isolados. O que o seu agente sabe sobre as pessoas do seu trabalho não alimenta nenhum outro cliente.
- Escreve no seu tom. Sem cara de robô: nem travessão, nem "espero que esta mensagem o encontre bem".
- Lista de envio só sai da fonte de verdade. Do cadastro oficial (a fonte de verdade), nunca de planilha velha ou grupo, e com prévia de quem entra e quem ficou de fora, antes de qualquer disparo. Na dúvida, trava.
- Errou? Desfaz e avisa na hora. Não esconde, não repete. O erro vira regra ou vira código com teste, e não volta.
Tem mais uma que a gente não conta como trava porque é natureza: ele nunca inventa. Quando não sabe, diz onde procurar. Quando o caso é grave, não resolve no automático: acorda você.
"Mas isso é um chatbot?"
Não. Chatbot atende os clientes do seu negócio; o nosso agente trabalha para você, por dentro.
O chatbot fica na porta da frente, falando com quem chega. O agente fica na sua mesa, do lado de dentro: a sua caixa, os seus prazos, os seus sistemas, a memória do seu trabalho. Ele nunca fala com o público em seu nome. Se o que você precisa é um robô para atender pacientes ou clientes, existem bons produtos para isso; não é o que a gente faz.
O próximo passo
Se o caminho fez sentido, o Programa Fundador explica como entrar agora, com o mês grátis e as contrapartidas. Se você prefere ler tudo antes, o Guia do cliente é o manual completo, capítulo por capítulo, escrito para quem vai usar.
Quer ver como seria no seu caso?
Uma conversa de 15 minutos: você conta como foi o seu dia de ontem, do primeiro e-mail ao último, e a gente diz o que um agente com nome próprio tiraria das suas costas.